12 de junho de 2012

Mais um grupo de gravidas

Nas aulas de preparação para o parto 



18 de maio de 2012

Cuidados a ter com o sol

O Sol dá-nos luz, calor, alegria e energia! Mas também pode ser muito perigoso!

Se não tivermos cuidado, o sol pode provocar: desidratação, insolação, queimaduras, descamação, dor, pele vermelha, entre outras.

A desidratação acontece quando o nosso corpo perde água e sais minerais. A água é muito importante para o nosso organismo. Nos dias de calor transpiramos mais e perdemos mais água. Para não desidratarmos, é importante bebermos muita água.

A insolação acontece quando estamos muito tempo ao sol. A desidratação é muito grave e afecta o corpo todo. A insolação caracteriza-se por pele quente, húmida e avermelhada, suores, dor de cabeça, vontade de vomitar e cansaço. Para que isso não aconteça devemos evitar estar muito tempo ao sol, não fazer grandes esforços físicos nos dias de maior calor e beber muita água.

A exposição directa ao sol pode provocar queimaduras. Nas queimaduras são frequentes a pele quente, vermelha e seca, dor ou ardor e bolhas.

Existem certas zonas de alto risco, que devemos proteger mais do que o normal, durante a exposição ao sol. São elas: o rosto, o contorno dos olhos, os lábios, o nariz, as maçãs do rosto, o peito, as virilhas, a parte interna dos joelhos, os ombros, e as costas. Proteger o rosto atrasa o processo de envelhecimento produzido pelos raios solares. Óculos de sol, com lentes à prova de raios solares, são bastantes úteis .

Porque os lábios são revestidos por pele muito fina, é importante protegê-los com batom apropriado. O nariz, devido a ser a parte mais saliente do rosto, tem tendência a avermelhar, recomendando-se protecção extrema. Normalmente os ombros e as costas são as zonas mais expostas ao sol, portanto, mais sujeitas a queimaduras. A barriga é a zona menos sensível, mas nunca devemos esquecer de a proteger.

A exposição ao sol pode causar lesões na pele, nomeadamente uma forma grave de cancro, muitas vezes mortal, conhecida como melanoma. Por isso:

• Faça uma exposição progressiva ao sol, começando por período curtos nos primeiros dias;

• Evite a exposição aos raios solares mais fortes (entre as 11 horas e as 16h30);

• Use óculos escuros que ofereçam uma protecção eficaz;

• Utilize sempre um protector solar adequado à sua pele e aplique-o 30 minutos antes de se expor ao sol,para que tenha tempo de penetrar na pele;

• Volte a aplicar o protector durante o dia, principalmente depois de ir à água;

• Não use perfume  ou cosméticos que contenham álcool: tornam a pele mais sensível ao sol;

• Beba líquidos com frequência, pois ajudam a hidratar o corpo e a pele.

Cuidados especiais com as crianças:

• Aplicar sempre um creme com factor de protecção igual ou superior a 50;

• Os bebés até 1 ano devem estar pouco tempo na praia ou na piscina e sempre à sombra;

• Depois desta idade, as crianças já podem estar ao sol, mas não devem ficar paradas;

• Devem usar chapéu e tshirt.

Estas medidas de protecção devem ser tomadas mesmo que:

• O céu esteja nublado, porque as radiações atravessam as nuvens;


• Permaneça debaixo de um toldo ou chapéu-de-sol, onde os raios solares incidem de forma indirecta;


• Haja vento ou esteja dentro de água, num barco ou colchão, pois os riscos mantêm-se, apesar da sensação de frescura

Portal da Saúde Administração Central do Sistema de Saúde

14 de maio de 2012

A ÁGUA E A GRAVIDEZ

É a mãe quem fornece ao bebé toda a água de que ele vai precisar. Entre esta água encontra-se aquela que entrará na constituição das células e de todos os órgãos do corpo do bebé. Encontra-se, também, a água necessária à formação do líquido amniótico: o precioso “aquário” que o protegerá e nutrirá ao longo dos nove meses em que estará na barriga da mãe. As mães têm, assim, todas as razões para estarem atentas à respectiva hidratação.

Hidratação materna e bem-estar do bebé
O papel do líquido amniótico
A água e a saúde na gravidez
Mais peso… e mais água

Hidratação materna e bem-estar do bebé
Para avaliar o bem-estar do feto, ainda na barriga da mãe, fazem-se diferentes testes: medição do ritmo cardíaco, avaliação dos movimentos respiratórios e, um dos mais importantes, medição da quantidade de líquido amniótico. De facto, alguns investigadores descobriram que o volume de líquido amniótico pode aumentar se a mãe beber água, o que resulta numa melhor oxigenação do bebé. É, por isso, necessário assegurar que a mãe beba água suficiente ao longo de toda a gravidez.

O papel do líquido amnióticoA quantidade de líquido amniótico está directamente relacionada com a hidratação materna.
No ventre materno, é este líquido que protege o bebé, mantendo-o a uma temperatura constante de 37º C, evitando infecções e minimizando o impacte de choques físicos. O líquido é fundamental para o bem estar do feto e é preciso estar atento às variações que apresente ao longo da gravidez. A quantidade de líquido aumenta proporcionalmente ao peso do bebé, durante os primeiros cinco meses, atingindo o pico aos oito meses (800 ml a um litro) e diminuindo depois ligeiramente.

As principais funções do líquido amniótico são:

- protecção (térmica, mecânica e anti-infecciosa) do feto;

- desenvolvimento dos pulmões e dos membros (permite ao bebé movimentar-se).

A água e a saúde da grávida

A gravidez põe a mulher sob vigilância: qualquer alteração no organismo da mãe pode afectar o bebé. Várias investigações já provaram que uma boa hidratação diminui os riscos de infecções urinárias, mais
frequentes nas mulheres grávidas devido às modificações do aparelho urinário. E a verdade é que as infecções urinárias podem, em certos casos, ser a causa de um nascimento prematuro. Uma hidratação correcta previne, ainda, as prisões de ventre: com a gravidez, o intestino fica comprimido, o que pode dificultar o trânsito intestinal. Beber muita água e consumir fibras alimentares, presentes nas frutas e legumes, pode ser a solução.

Mais peso… e mais água

Ao longo da gravidez, o organismo da mãe sofre alterações fisiológicas para responder às novas necessidades e a levar ao feto as substâncias indispensáveis ao desenvolvimento. O aumento da água é uma das modificações mais importantes: durante a gravidez, a mãe é capaz de reter entre quatro e seis litros de água para assegurar as necessidades do bebé. As trocas de água entre o líquido amniótico e a mãe são incríveis: estima-se que corresponda a cerca de 460 ml por hora…
( CENTRO conhecimento da ÁGUA )

4 de maio de 2012

Extrair e conservar o leite

Algumas vezes pode ter necessidade de extrair o seu leite.

Tal como os outros alimentos, o leite materno também pode ser conservado no frigorífico ou congelado.
Veja abaixo os tempos de conservação do leite materno às diferentes temperaturas.
Extrair o leite materno pode ser necessário para:
Ajudar o bebé a agarrar ao peito, se a mama estiver demasiado cheia;
Se a mãe sente os peitos muito cheios e desconfortáveis;
Se o bebé é demasiado pequeno ou doente para se alimentar ao peito;
Se precisa de estar longe do bebé durante algumas horas (ou se está de regresso ao trabalho);
Para aumentar a sua produção de leite.
Métodos para extrair o leite materno:
1-Extracção manual
2-Extracção com bomba manual
3-Extracção com bomba eléctrica
Há vários modelos de bombas para extracção de leite materno.
Nota importante: As bombas em formato de "buzina de bicicleta" (com uma "pêra" de borracha semelhante à dos aparelhos de medir tensão arterial) são desaconselhadas porque podem traumatizar o mamilo e também porque são as menos higiénicas.
Qualquer que seja o método utilizado, deve seguir estes passos:
1-Lave bem as mãos;
2-Procure um local sossegado onde esteja confortável e descontraída;
3-Tenha o seu bebé perto de si, ou olhe para uma fotografia dele;
4-Faça uma suave massagem no peito, de forma circular, com a ponta dos dedos, para ajudar o leite a fluir.
5-Estimule suavemente os mamilos rodando-os entre os dedos;
6-As peças da bomba (caso use uma) e o frasco ou biberão onde vai armazenar o leite, devem ser lavados com água quente e detergente e esterilizados.
Extracção manual do leite materno
1-Coloque o polegar na aréola acima do mamilo e o indicador, na aréola por baixo do mamilo, em oposição ao polegar.
2-Mantendo os dedos no mesmo lugar na pele, pressione o polegar e o indicador um pouco para dentro, contra as costelas.
3-Mantendo esta suave pressão em direcção às costelas, pressione a aréola atrás do mamilo, entre o polegar e o indicador, facilitando a saída do leite dos reservatórios até ao mamilo.
4-Pressione e solte, pressione e solte.
Isto não deve doer – se doer, a técnica está errada.
Pode demorar 1 ou 2 minutos até o leite começar a sair.
5-Pressione a aréola da mesma forma também na sua parte lateral para que o leite seja retirado de todos os segmentos da mama.
6-Alterne as mamas cada 5 minutos ou quando diminuir o fluxo de leite. Lembre-se de repetir a massagem.
7-A quantidade de leite que se obtém em cada extracção pode variar.
8-Não se deve avaliar a produção de leite pela quantidade que se pode extrair.
9-De um modo geral, durante a manhã consegue extrair-se mais leite do que durante a tarde.
Conservar o leite
À temperatura ambiente durante 6 horas, tendo em atenção a epoca quente do ano;
No frigorífico (0 a 4º) durante 48 horas;
No congelador (dentro do frigorífico) durante 1 semana;
No congelador (independente do frigorífico) ou na arca congeladora durante 3 meses.
Atenção! Estes tempos de conservação do leite não são acumuláveis: não se pode, por exemplo, deixar o leite 10 horas à temperatura ambiente, depois dois dias no frigorífico e depois congelá-lo por 3 meses.
Quando congelar o leite deve sempre colocar uma etiqueta com a data
Descongele lentamente, deixando-o no frigorífico;
Agite o recipiente com leite em água quente, mas não a ferver (por exemplo, debaixo da torneira, com água corrente);
Não recomendamos o uso do microondas;
Depois de descongelado use-o dentro de 24 horas;
Não volte a congelar o leite que já descongelou

Fonte: "Successful Breastfeeding", Royal College of Midwives, 3rd Edition




30 de abril de 2012

Comemorações do dia da Parteira em Portalegre

Sábado dia 5 de Maio, Comemorações do dia da Parteira, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre, com inicio às 14horas até as 18horas, com animação e lanche.

A equipa de do Hospital de santa Luzia de Elvas, convoca as grávidas que frequentaram as consultas de obstetrícia e as aulas de preparação para o parto e estarem presentes a fim de comemorarem com as parteiras esse dia.
Agradecemos desde já , deixando aqui um abraço cheio de carinho.

Enf. Especialista; Maria José Ferreira
                Parteira. Rosamaria

20 de abril de 2012

Se está grávida, saiba como deve viver os meses que antecedem o momento do parto.

Para que servem as consultas durante a gravidez?
As consultas durante a gravidez são necessárias para verificar se tudo está a correr bem consigo e se o bebé está a desenvolver-se normalmente.
Os procedimentos de rotina são:
• Avaliações da tensão arterial e do peso;
• Testes à urina;
• Palpação abdominal para medir a altura do útero e verificar a posição e o tamanho do bebé;
• Auscultação dos batimentos cardíacos fetais;
• Exame às pernas para eventual detecção de varizes ou edemas (inchaços);
• Exame ginecológico no início e no final da gravidez.
Logo na primeira consulta receberá o Boletim de Saúde da Grávida, que deverá levar sempre consigo quando for às consultas ou se tiver de recorrer ao serviço de urgência de um hospital.
Que exames vou ter de fazer durante a gravidez?
Durante a gravidez, o médico vai solicitar e prescrever os seguintes exames:
• Análises regulares ao sangue para avaliar o seu estado de saúde e rastrear infecções que possam afectar o bebé;
• Ecografias, uma em cada trimestre, para avaliar o desenvolvimento e o estado de saúde do bebé.
Deve fazer os exames que lhe forem pedidos e mostrar os resultados na consulta seguinte.
A que sinais devo estar atenta durante a gravidez?
Contacte imediatamente o centro de saúde ou a urgência do hospital se durante a gravidez tiver:
• Hemorragia vaginal;
• Perda de líquido pela vagina;
• Corrimento vaginal com prurido (comichão), ardor ou cheiro não habitual;
• Dores abdominais;
• Arrepios ou febre;
• Dor/ardor ao urinar;
• Vómitos persistentes;
• Dores de cabeça fortes ou contínuas;
• Perturbações da visão;
• Diminuição dos movimentos fetais.
Quais são os factores de risco numa gravidez?
• Idade superior a 35 anos;
• Consumo regular de álcool, tabaco ou outras drogas;
• História familiar de malformações, síndroma de Down, atraso mental ou outras doenças congénitas;
• Doenças como hipertensão, diabetes, epilepsia, artrite reumatóide, problemas do coração, dos rins e da tiróide;
• Infecções de transmissão sexual (sífilis, sida) ou outras, como a rubéola e a toxoplasmose;
• Estar demasiado magra ou ter excesso de peso.
A grávida deve ter cuidados especiais com a higiene?
Todas as pessoas devem ter atenção à sua higiene e a grávida em especial.
Deve tomar duche com regularidade. A seguir ao banho é aconselhável que aplique um creme hidratante ou óleo de amêndoas doces no corpo, em especial na zona abdominal.
Devo ter cuidados especiais com a saúde oral?
Sim, a saúde oral é muito importante durante a gravidez, para evitar inflamações e infecções. Por isso:
• Escove os dentes, cuidadosamente, pelo menos após o pequeno-almoço e ao deitar;
• Utilize uma escova de dureza média;
• Prefira pasta de dentes com flúor;
• Evite os alimentos açucarados, especialmente nos intervalos das refeições;
• A melhor altura para ir ao dentista é entre o quarto e o sexto mês de gravidez.
Que cuidados devo ter com a alimentação?
É importante ter uma alimentação variada e equilibrada. É através de si que o seu filho receberá aquilo de que necessita para crescer e desenvolver-se.
Mas tome atenção: a mãe não precisa de comer por dois! Coma em qualidade e não em quantidade! Deve alimentar-se várias vezes ao dia e pouco de cada vez, procurando fazer refeições pequenas e com intervalos regulares.
Fale com o médico que a acompanha para saber qual o aumento de peso aconselhado para si durante a gravidez.
Deve evitar comer doces, fritos e beber sumos refrigerantes.
Há doenças, como a toxoplasmose, que se transmitem através dos alimentos mal lavados e mal cozinhados, entre outras formas de contaminação. Fale com o seu médico para saber se é, ou não, imune à toxoplasmose e outras doenças que podem implicar riscos para o bebé.
De qualquer modo, tome nota:
• Lave muito bem os alimentos que se comem crus;
• Prepare e cozinhe os alimentos de forma simples;
• Beba cerca de 1,5 litro de água por dia, assim como entre meio litro e um litro de leite ou seus derivados.
• Retire sempre a gordura visível da carne e evite as partes queimadas;
• Reduza o uso de alimentos muito condimentados e com demasiado sal.
Quais são os alimentos que são recomendados durante a gravidez?
Os mesmos que são recomendados em todas as fases da vida.
• Ovos, carne, peixe (fornecedores de proteínas);
• Leite, iogurte, queijo e manteiga (fornecedores de cálcio);
• Ervilhas, feijão, grão (também fornecedores de proteínas vegetais indispensáveis ao bebé);
• Fruta e vegetais em todas as refeições (fornecedores de vitaminas e sais minerais).
Que alimentos devo evitar?
• Doces e bolos;
• Café, chá, álcool e bebidas com gás;
• Mariscos (devido ao risco de salmonelas);
• Carne mal passada (por causa da toxoplasmose);
• Queijo fresco de leite não pasteurizado (devido ao risco de contrair brucelose).
Posso fazer exercício físico durante a gravidez?
Caminhar é um óptimo exercício na gravidez. Aproveite para passear ao ar livre, numa zona verde ou com ar puro.
Se lhe der prazer e não houver nenhum problema com a gravidez, continue a praticar o seu desporto habitual, embora possa ter que moderar a intensidade.
A actividade física melhora a circulação sanguínea e diminui alguns incómodos da gravidez, como a prisão de ventre e a fadiga, ajuda a diminuir o stress e as tensões físicas e emocionais.
Há alguns desportos que envolvem maior risco, por isso, fale com o seu médico sobre o assunto.
Em qualquer caso:
• Evite grandes esforços;
• Não permaneça longos períodos de tempo em pé ou sentada, alterne estas posições;
• Repouse por períodos, com as pernas elevadas, sobretudo quando as sentir inchadas ou cansadas.
Posso fumar durante a gravidez?
Fumar e consumir drogas (incluindo medicamentos que não tenham sido prescritos pelo médico) ou álcool não são seguros durante a gravidez. O seu consumo pode causar problemas graves ao bebé.
Posso ter relações sexuais durante a gravidez?
A gravidez não impede que viva e expresse a sua sexualidade. Contudo, é natural que nesse período, muitas vezes, lhe apeteça mais receber (e dar) mimos do que ter relações sexuais. Transmita ao seu companheiro os seus sentimentos e procure conhecer os dele. Assim, podem compreender as vossas reacções e evitar mal-entendidos.
Fazer sexo não prejudica o bebé em nenhuma fase da gravidez, pois ele encontra-se protegido no interior do útero, mergulhado no líquido amniótico.
Poderá ser aconselhada a não ter relações sexuais no caso de surgirem algumas complicações, como hemorragia vaginal e ameaça de parto pré-termo, por exemplo.

*Lembre-se que existem infecções que podem ser transmitidas à mulher através das relações sexuais e que podem afectar o feto ou complicar a gravidez, como é o caso da sífilis, da hepatite e da sida, entre outras. Logo na primeira consulta ser-lhe-ão pedidas análises para confirmar a ausência dessas infecções; mas, se ter análises negativas é bom, isso só por si não chega, pois em qualquer momento a mulher pode vir a ser infectada, se ela, ou o futuro pai, tiverem comportamentos de risco.

16 de fevereiro de 2012

Fala do teu parto

O Nascimento dum filho é algo extraordinariamente belo e sublime que até as palavras parecem demasiado pequenas para transportar as emoções e sensações dessa hora tão dolorosamente linda.


Dá aqui o teu testemunho, sobre os momentos que mais te marcaram, fala com  futuras mamãs que  visitam o blog ,para que possam aprender com a tua experiência

5 de fevereiro de 2012

As camaras da SIC na sala de preparação para o parto


Em dia de consulta de obstetrícia e de exame de cardiotocografia em Elvas nas Consultas Externas do Hospital Santa Luzia “ULSNA “










27 de janeiro de 2012

Depois do Parto

Período Menstrual
O período menstrual regressa geralmente 7 a 9 semanas depois do parto. Pode ser mais curto ou mais longo mas gradualmente vai regressando ao normal. Se estiver a amamentar pode não ter período menstrual por vários meses, até parar de amamentar. Contudo os ovários podem ficar funcionantes logo após o parto. Por este motivo, mesmo não tendo a menstruação corre o risco de engravidar, sendo muito importante uma contracepção eficaz durante o pós-parto.

Vida sexual e Planeamento Familiar

Habitualmente pode voltar a ter relações sexuais quando tudo está cicatrizado (incluindo a episiotomia) e quando se sentir confortável e disponível, não havendo regras para isso. Nesta fase, é frequente existir secura vaginal, especialmente se está a amamentar. Poderão ser usados alguns lubrificantes vaginais. É importante não se esquecer que pode engravidar mesmo quando está a amamentar e na ausência da menstruação. Isto significa que tem de escolher um método contraceptivo eficaz antes de voltar a ter relações sexuais.

Poderá discutir as opções de contracepção disponíveis na Maternidade, com o seu médico obstetra ou com o seu médico de família, e também com o seu companheiro.

Se deseja não ter mais filhos e optar um método irreversível, tem em alternativa a laqueação tubária e a vasectomia, respectivamente método feminino e masculino. Ambos implicam uma pequena intervenção cirúrgica. Nas situações em que o objectivo é manter a fertilidade, a escolha pode recair na contracepção hormonal, dispositivo intra-uterino, ou preservativo. A contracepção hormonal de eleição é um progestagéneo contínuo (mini-pílula), com início por volta do 21º dia após o parto. Actualmente já é possível optar por um progestagéneo subcutâneo de libertação contínua, com eficácia independente do número de mamadas e com duração de três anos.

Nas mulheres que não amamentam, a pílula deverá ser estro-progestativa e com início um pouco mais cedo (15º ou 16º dia após o parto). Relativamente ao dispositivo intra-uterino (DIU), a sua colocação deverá ser feita às 8 semanas de pós-parto, altura em que já ocorreu a involução uterina completa. Nestes casos, desde que a actividade sexual é reiniciada e até à colocação do DIU, deve ser utilizado o preservativo.

24 de outubro de 2011

As cólicas do recém-nascido

São por assim dizer, vistas como o indomável monstro que habita dentro de todos os recém-nascidos. Mas há que ter presente que são um quadro benigno, perfeitamente normal que pode começar nas três primeiras semanas após o nascimento e que geralmente cessam por volta dos três meses de idade.Ao ver o seu bebé chorar de forma inconsolável muitos pais ficam num estado de ansiedade tal que acabam por agravar ainda mais esta situação. É importante que os pais se mantenham conscientes de que se trata de uma evidência passageira e que o importante é manter a calma e agir de forma a minimizar os sintomas.É necessário que os pais tenham presente que o bebé necessita de chorar. O choro é essencial para o normal desenvolvimento do sistema nervoso, para a libertação do stress e até para conquistar a rotina do sono, da alimentação, do estado de alerta e da aprendizagem. Perante um quadro de choro os pais devem mimar e acarinhar o seu filho para que ele se sinta seguro.Para serem capazes de controlar a ansiedade e nervosismo os pais devem saber o que fazer e como fazer para aliviar as cólicas. Há dois pontos-chave no que se refere ao cuidado do recém-nascido com cólicas, que são:- Cuidados alimentares da mãe que amamenta.- Acções a desenvolver para favorecer o trânsito intestinal e o alívio das cólicas.

Cuidados alimentares da mãe que amamenta:Regra geral a mãe que amamenta deve realizar uma dieta diversificada. Embora não esteja cientificamente provado há conhecimento efectivo da relação causa/efeito no respeita a alguns alimentos. Desta forma recomenda-se que enquanto amamenta a mãe deve:- Condicionar a ingestão de alimentos que produzam gás, tais como: couve-flor, brócolos, couve-de-bruxelas, couve verde escura, grelos, pepino, pimentão verde e vermelho, cebola crua e favas;- Evitar a utilização de condimentos e especiarias;- Não ingerir bebidas estimulantes (chá preto, bebidas à base de chá, café e álcool) ou sumos gaseificados;- Reduzir o consumo de frutos como: citrinos, kiwi, banana e frutas silvestres e evitar a ingestão de morangos e frutos silvestres;- Não exagerar no consumo de leite de vaca ou derivados (não exceder 1L/dia);- Minimizar a quantidade de alimentos crus na dieta diária. A sua dieta deve consistir em 70 a 80% de alimentos cozidos e apenas 20 a 30% de alimentos crus, dando preferência a cozidos, grelhados, assados e fruta cozida;- Realizar uma dieta simples e diversificada, rica em ovos, carne, peixe, cereais e saladas de alface e/ou cenoura;- Ingerir bastantes líquidos tais como: água, infusão de cidreira, camomila ou de funcho.

Acções a desenvolver para favorecer o trânsito intestinal e o alívio das cólicas:As cólicas são, na maioria das vezes o maior “problema de saúde” dos bebés entre os zero e os três meses.A intensidade das cólicas pode variar de bebé para bebé, de dia para dia e até de hora para hora. Contudo há cuidados específicos que ajudam a aliviar a sintomatologia, os pais podem e devem desenvolver cuidados tais como:- Manter a calma e controlar a ansiedade perante um quadro de cólicas, manipulando o bebé de forma suave e falando com um tom de voz tranquila;- Amamentar preferencialmente na posição de sentada, para que o bebé esteja o mais erecto possível, contrariando assim ingestão de ar enquanto o bebé mama;- Ajudar o bebé a fazer uma boa pega e manter a mesma enquanto mama. O bebé deverá abocanhar o mamilo e a aréola também. A mãe deve ajudar o bebé a fazer a pega comprimindo suavemente a mama com os dedos polegar e indicador atrás da aréola.- Evitar que o bebé adormeça várias vezes ao peito enquanto está a mamar. Quanto mais tempo demorar a mamada mais ar o bebé vai engolir e consequentemente mais cólicas irá ter. Os pais devem acordar bem o bebé antes de este ser colocado à mama, para isso devem estimula-lo conversando com ele, massajando os dedos dos pés e das mãos, massajando os lóbulos das orelhas ou apertando suavemente o nariz. Ainda antes da mamada como forma de acordar o bebé os pais, enquanto conversam com o seu filho, podem e devem fazer movimentos com as pernas do bebé de forma a tocar com os joelhos no abdómen, tipo pedalar. É uma manobra muito eficaz pois para além de favorecer a interacção dos pais com o seu filho, já que estão frente a frente, estimula o movimento das fezes no intestino fazendo com que o bebé evacue posteriormente enquanto mama e/ou após a mamada;- Fazer duas ou três pausas durante a mamada, para que o bebé arrote à medida que vai mamando;- Enquanto espera que o bebé arrote coloque-o na posição o mais vertical possível, com a cabeça apoiada num dos ombros de quem o segura no colo;- Vestir roupas confortáveis e que permitam o movimento livre das pernas;- Não apertar demasiado a região abdominal com a fralda ou roupa;- Realizar massagem abdominal para estimular trânsito intestinal e alívio de cólicas. A massagem corporal nos bebés apresenta inúmeros benefícios para pais e os bebés.

Como complemento para alívio das cólicas podem ser administrados fluidos à base de plantas (funcho, camomila e erva-cidreira) especialmente destinados a recém-nascidos ou dimeticone emulsão oral. No entanto qualquer que seja o produto que os pais pensem em administrar ao seu filho deve ser sempre questionado a profissionais de saúde capacitados de ceder essa orientação.Encare os episódios de choro por cólicas com normalidade, descanse enquanto o seu bebé dorme, pois as noites mal dormidas diminuem a capacidade de controlar a ansiedade e o nervosismo. Mantenha uma posição optimista, sorria para o seu filho e estimule o sorriso deste, pois um bebé alegre faz uma família feliz!

21 de outubro de 2011

A Gravidez da Adolescente

Como sabes, as relações sexuais entre homem e

mulher podem dar origem a uma gravidez.

Tudo começa quando uma célula masculina
(espermatozóide) se encontra com uma célula
feminina (óvulo) e ambas se unem. A este encontro,

que ocorre geralmente numa das trompas de Falópio,

dá-se o nome de fecundação.

As células crescem e multiplicam-se, formando o ovo que, ao fim de seis dias, chega ao útero, onde se

instala (nidação).


É a partir daqui que se dá o desenvolvimento do bebé, tal como ire¬mos apresentar a seguir.

Exemplo

17 de outubro de 2011

Tornar-se Pai

Os pais não nascem pais, tornam-se pais. Preparar-se, desde a concepção, para desempenhar este excitante papel significa ter uma oportunidade de embarcar numa gratificante aventura, um segredo que um crescente número de pais, realizados com o seu papel, gostaria de partilhar com seus semelhantes

Numa sociedade onde, há não muito tempo atrás, os pais eram quase sempre relegados ao simples papel de provedores, outros modelos de paternidade tinham que ser inventados. Portanto, assuma o seu posto enquanto presença importante e única na vida do seu filho e crie o seu próprio papel de pai! As informações que vai encontrar aqui, e noutros sítios, livros e revistas, ou na troca com outros pais, famílias e profissionais de diversas áreas que vão passar a fazer parte da sua vida em função do seu filho podem ser bastante relevantes para que descubra os caminhos a seguir no desempenho e na construção deste novo papel.

Comprometer-se e dedicar-se ao seu recém-nascido, o mais cedo possível, torna mais fácil o estabelecimento de um forte e importante laço entre vocês. Foi isso o que fez quando, durante nove meses, esteve a preparar a chegada do seu bebé e teve a oportunidade de acompanhar a gravidez através das ecografias, do curso de preparação para o nascimento que fez com a sua parceira, sentindo os movimentos do bebé dentro da barriga da mãe.
Mas hoje a sua vida muda completamente. A sua rotina e a sua casa estão viradas do avesso, a sua parceira está exausta, e a sua vida conjugal parece ter-se esvanecido. Em resumo, já não existe um ponto de referência
Não entre em pânico! Assim como tantos outros pais antes de si, vai adaptar-se a esta vida nova e aparentemente desestabilizadora. Algumas atitudes podem ser úteis:
Reconheça as suas emoções - O nascimento de uma criança pode fazer florescer uma série de emoções. O primeiro passo é reconhecê-las. Alguns homens querem fugir: absorvem-se com o trabalho, com o desporto ou com algum projecto novo. O desejo de escapar muitas vezes encobrem o medo de assumir um compromisso. Pode ser difícil reconhecer e compreender as suas emoções, mas é essencial que o faça e que as expresse e comunique de uma forma saudável. Isso permitirá que continue o seu processo de adaptação ao papel de pai.
Participe dos cuidados do vosso bebé - Não existe uma fórmula fácil para tornar-se um pai perfeito. Participar nos cuidados diários do seu bebé fará com que se torne a cada dia mais confiante. Vai conseguir descobrir as suas próprias formas de fazer as coisas, que podem ser diferentes das da sua parceira. O mais importante é que ambos acreditem em valores partilhados e nos resultados esperados. Algumas mulheres podem ter dificuldade em partilhar as responsabilidades acerca do bebé. Pode ser necessário manifestar o seu desejo e conversar com ela sobre os benefícios que esta partilha poderá trazer para toda a família.
Mantenham a vossa intimidade enquanto casal - Logo após o nascimento do bebé, os pais, às vezes, têm a impressão de que estarão sempre naquela correria e que não conseguirão tão cedo nem partilhar uma refeição. A identidade do casal parece estar destruída. Não se preocupe: as coisas ficarão mais fáceis quando cada um de vocês tiver estabelecido uma rotina. Planeie momentos de descanso a dois. Procure compreender o que acontece com a sua parceira durante o período do pós-parto. Quando ambos estiverem adaptados aos seus novos papéis, o desejo de intimidade retornará, ainda que isso possa ocorrer em momentos diferentes.
Aceite ajuda da família e dos amigos - O suporte da família e dos amigos pode ser valioso durante este período de adaptação. Aceite as suas ofertas de ajuda e delegue tarefas domésticas e a preparação de refeições, por exemplo. No entanto, tenha a certeza de preservar a rotina que necessita para familiarizar-se com as suas novas responsabilidades. É muito importante não se deixar oprimir e proteger a intimidade do casal e da família.


Conselhos de pai para pai:
Adopte procedimentos claros para fazerem coisas enquanto casal;
Definam as tarefas de cada um;
Manifeste o seu desejo de cuidar do bebé;
Lembre-se sempre de se dar uma oportunidade para: aprender; crescer enquanto pai; assumir o seu papel enquanto pai (diferente da mãe);
Quando a sua rotina voltar ao normal, reserve momentos agradáveis com a sua mulher, com o seu bebé, e também para si próprio.

Uma vez que a relação pai-filho é diferente da relação mãe-filho, ela é muito importante, tanto para os rapazes, quanto para as raparigas. É frequente que um pai estabeleça laços especiais com o seu filho a brincar com ele. Estes laços tornar-se-ão mais significativos com o passar do tempo. Um pai representa um modelo que é diferente daquele representado pela mãe. Ele gosta de brincar activamente com o seu filho, normalmente é mais severo e, frequentemente, é mais inclinado a encorajar a criança a explorar o seu ambiente e buscar a sua independência
Não há dúvidas de que a qualidade da relação pai-filho afecta a interacção entre a criança e outras crianças e adultos.
No entanto, pai e mãe devem concordar com as regras familiares e suas aplicações. A disciplina imposta com uma abordagem harmoniosa será muito valiosa no futuro. É muito mais fácil ser pai/mãe quando se pode contar com o/a parceiro/a. Será também muito mais enriquecedor para a família


Sabia que:

Só há cerca de 300 anos se começou a valorizar os laços emocionais entre os membros de uma família?
Há cerca de 200 anos a evolução económica e industrial nas sociedades ocidentais contribuiu para um afastamento entre pais e filhos e ocorreu um grande número de separações?
Só há cerca de 100/150 anos, com as primeiras escolas, se começou a dar importância à criança e ao seu desenvolvimento?
Só de há 100 anos para cá os homens começaram a investir mais nas relações afectivas com as esposas e com os filhos? E que esse investimento foi abalado pela II Grande Guerra Mundial?
Só a partir do pós-guerra se começaram a realizar estudos sobre o desenvolvimento emocional das crianças e da relação com os pais?
Só a partir dos anos 60/70 os pais começaram a ter um papel mais activo na vida familiar e na educação dos filhos?
Só a partir dos anos 90 os pais começaram a poder assistir ao parto dos seus filhos em Portugal?
Só muito recentemente em Portugal pais têm por lei, a possibilidade de usufruir de licença de paternidade, bem como de assistência à família quando têm um filho a necessitar de cuidados?

Pois é, só nos dias de hoje se fala da importância do pai e do seu papel. Só muito recentemente os chamados, cuidados maternos, deixaram de ser um domínio exclusivo das mães. Assim, algumas áreas do conhecimento, admitem hoje a existência de uma vivência entre pai e bebé mais precoce do que antes se pensava, bem como se reconhece o impacto que a gravidez e o nascimento de um filho têm na vida de um homem! Podemos dizer que um homem não engravida com a barriga, como as mulheres, mas engravida com a cabeça e com o coração, e isso acontece a partir do momento em que um homem deseja e pensa ter um filho.

Escrito por:Maria da Conceição Teixeira

27 de setembro de 2011

Chupeta: sim ou não?

O reflexo da sucção é algo inato e muitos bebés já chucham no dedo dentro da barriga da mãe.Os recém-nascidos começam logo a levar os dedos à boca, uma acção inicialmente difícil pois não controlam os movimentos da mão. Por isso aceitam bem a chupeta que satisfaz o seu reflexo instintivo. Outras recusam mas os pais obstinados, experimentam as formas e feitios até convencerem os seus filhos de que precisam mesmo da chupeta.A dúvida de usar ou não a chupeta, começa a existir quando as mães se apercebem que além da função nutritiva, a sucção também gera uma fonte de prazer.Como toda a fonte de prazer gera estabilidade e relaxamento, as mães utilizam a sucção nutritiva (uso de chupeta) na tentativa de deixar o bebé mais calmo.Na maioria dos casos, a ansiedade, o nervosismo e a intranquilidade é da mãe, que tem dificuldade de lidar com o choro do bebé, e utiliza a chupeta para o filho parar de chorar.O seu uso é benéfico em especial nos bebés prematuros que têm dificuldade em sugar os seios da mãe(com menos de trinta e sete semanas).Para os que nascem no termo (trinta e sete a quarenta semanas) não se aconselha o seu uso nos primeiros dias de vida, pois poderá fazer confusão com os bicos da mãe e ter dificuldades para sugar o seio materno. Deste modo tem tendência a mamar menos.A sucção no dedo é mais prejudicial do que a da chupeta porque pode deformar a arcada dental e possíveis dificuldades na fala no futuro.
Há médicos que desaconselham o seu uso porque a sucção da mama e da chupeta exigem modos de sucção diferentes. O bebé está tão entretido com a chupeta que nem quer mamar. Há hospitais que não as deixam usar e explicam ás mães os seus efeitos, cabendo depois aos pais decidir do seu uso.Apesar destas contradições em usar ou não a chupeta é conveniente logo de inicio comprar uma chupeta ortodontia pois esta não deforma como as outras. No caso de ser usada nos recém-nascidos. Se ela não se adaptar ao bebé convêm experimentar vários formatos até ele se sentir bem. A partir do momento em que o bebé comece a sugar e a ficar calmo esta está adaptada a ele. O choro e cuspir para fora explica a não adaptabilidade do bebé á chupeta.

2 de agosto de 2011

Contracção da Grávida

Embora as contracções sejam um sintoma inequívoco de que o trabalho de parto começou, é bom saber que elas acontecem ao longo de toda a gestação. Como distingui-las, então, quando o “grande dia” chegou?

Durante toda a gestação elas são sentidas como uma sensação de “barriga dura”, uma espécie de tensão no ventre que cede espontaneamente, e que embora não seja dolorosa, não passa despercebida.
As contracções produzem-se ao longo de toda a gestação e no primeiro trimestre a gestante tem contracções que se manifestam como dores semelhantes às menstruais, devem-se ao crescimento do útero pela implantação do saco gestacional e pelo posterior desenvolvimento do feto. Podem deixar apreensiva a futura mãe, que receia um provável aborto espontâneo.
Estas contracções foram descritas pelo médico inglês John Braxton Hicks no ano de 1972. Trata-se de contracções esporádicas, de pouca duração, que costumam localizar-se em diferentes segmentos do útero. Embora à medida que a gravidez avança as contracções se tornem cada vez mais frequentes, prolongadas, intensas e não chegam a dilatar suficientemente o colo do útero para provocar o parto.
Nas últimas semanas, a frequência das contracções aumenta notavelmente, e tornam-se tão eficazes que chegam a fazer com que o colo do útero comece a tornar-se mais macio. Nesta altura, a maioria das mulheres atinge uma dilatação de dois centímetros. Ou seja que, ao início do trabalho de parto, metade do trabalho já estava feito pelas contracções de Braxton Hicks.

21 de julho de 2011

Novidades para as mamãs

Creme 100% lanolina pura (gordura natural), para tratamento e prevenção de mamilos sensíveis ou gretados.
Sem aditivos nem conservantes.
Não é necessário retirar o Purelan antes de amamentar.
Deve, após extrair o leite ou dar de mamar, espalhar primeiro um pouco de leite no mamilo, deixar secar (se possível) e só depois colocar o Purelan. Basta uma pequena quantidade nos dedos e depois espalha-se no mamilo. Como prevenção 2 vezes por dia, como tratamento após a amamentação.
Disponível em embalagens de 37gr.

19 de julho de 2011

Progressão da cabeça após a dilatação

Façam as vossas perguntas aqui ou discutam no fórum para todos aprendermos


18 de julho de 2011

Etapas do parto




























Nestas imagens podemos ver as várias etapas do parto
A dilatação e apagamento do colo do Útero e também a progressão do bebé no canal do parto.

Façam as vossas perguntas e a equipa responderá as vossas dúvidas.

16 de junho de 2011

O que é a diabetes gestacional?

A diabetes gestacional é um tipo de doença transitória que se manifesta com o aumento dos níveis de açúcar no sangue.O seu diagnóstico faz-se através da curva de glicose durante 3 horas, quando há mais de 140mg/dl de glicose no sangue no teste de rastreio. (realizado com determinação da glicemia 1 hora após ingestão de 50 g de açúcar.A diabetes gestacional durante a gravidez pode levar a complicações no parto, devido ao grande tamanho do feto.Um bebé de uma mãe com diabetes gestacional pode vir a ter problemas respiratórios pós parto e têm um maior risco de num futuro vir a sofrer de diabetes e obesidade.O tratamento da diabetes gestacional, passa por um plano de alimentar, exercício físico e por vezes, injecções de insulina. Implica um vigilância materno fetal mais apertada do que numa gravidez de baixo risco.